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18 de dezembro de 2018 CATEGORIA: NOVIDADES

A visita periódica ao ginecologista é fundamental para todas as mulheres, somente desta forma você vai garantir uma ótima saúde e o bem estar. Uma consulta ao seu ginecologista fará evitar doenças e manter os órgãos genitais livres de infecções por vírus ou bactérias, que podem ter consequências graves, desde câncer até infertilidade.

Quando você deixa de fazer seu preventivo e não cumpre as visitas rotineiras ao ginecologista, acaba ficando vulnerável a diversos distúrbios. Confira a seguir as principais doenças ginecológicas, suas causas e quais são os tratamentos indicados.

 

 

Vulvovaginite é inflamação ou infecção da vulva e da vagina, que também pode ser chamada de vulvite ou vaginite. É uma condição comum que afeta pessoas de todas as idades. Os principais sintomas são:

  • Corrimentos líquidos ou grumosos;
  • Odor fétido;
  • Prurido (coceira na vagina);
  • Hiperemia (vermelhidão);
  • Irritação;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Presença de lesões externas e internas como bolhas, úlceras e verrugas.

Os tipos mais comuns de vaginite são:

  • Vaginose bacteriana: resultado da proliferação de algum dos vários organismos, principalmente a Gardnella Vaginallis, Peptoestreptococcus e Micoplasma hominis, que podem ou não estar presentes na cavidade vaginal.
  • Infecções fúngicas: são geralmente causadas por um fungo que está presente naturalmente na vagina, denominado Candida albicans.
  • Tricomoníase: doença causada por um parasita e geralmente transmitida por meio de relações sexuais.
  • Atrofia vaginal ou vaginite atrófica: acontece quando há redução dos níveis de estrogênio no corpo.

No caso de infecção por baixa defesa imunológica, a vulvovaginite não é contagiosa. Para o tratamento dessa doença ginecológica podem ser utilizados antibióticos, antifúngicos, corticoides, uso de estrogênio, higiene local, banho de assento e uso de roupas adequadas.

 

 

Atinge um número grande de mulheres, de 7% a 20% das mulheres em idade reprodutiva, e é considerada a causa mais frequente de infertilidade em mulheres com anovulação crônica, ou seja, que não ovulam adequadamente.

A Síndrome do Ovário Policístico, também conhecida pela sigla SOP, é um distúrbio endócrino que provoca alteração dos níveis hormonais, levando à formação de cistos nos ovários que fazem com que eles aumentem de tamanho.

É uma doença caracterizada pela menstruação irregular, alta produção do hormônio masculino (testosterona) e presença de micro cistos nos ovários.

Sua causa ainda não é totalmente esclarecida. A hipótese é que ela tenha uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à ação da insulina no organismo, gerando um aumento do hormônio na corrente sanguínea que provocaria o desequilíbrio hormonal.

Por mais que o problema não seja contagioso, a doença ginecológica pode voltar, pois não tem cura, somente é controlada através de tratamentos.

 

 

A endometriose é um problema de saúde muito comum entre mulheres jovens, é conhecida como a "doença da mulher moderna", por conta do adiamento da maternidade ou pela opção de não engravidar. A doença costuma vir acompanhada de muita dor e, devido a isso, pode afetar a qualidade de vida da paciente, que irá sofrer constantemente com fortes cólicas menstruais.

Algumas mulheres podem não apresentar os sintomas dessa doença ginecológica. Mas, geralmente, os sinais costumam ser:

  • Cólica;
  • Dor pélvica crônica;
  • Dor na relação sexual;
  • Sangramento ou dor ao urinar;
  • Constipação intestinal.

Existem diversos tipos da doença, como;

  • Profunda
  • Ovariana
  • Superficial
  • Septo reto vaginal
  • Endometriose de parede
  • endometriose pulmonar ou pleural

Seu médico conseguirá diagnosticar com exames específicos facilmente. O diagnóstico feito pelo médico leva em consideração os sintomas listados anteriormente. Mas, além disso, são realizados exames de imagem como o ultrassom, a ressonância magnética e marcadores tumorais (exame de sangue). 

 

 

Mioma uterino é um tumor benigno que acomete mulheres em idade fértil, geralmente, mulheres de 30 a 50 anos de idade. De origem genética, o mioma uterino pode apresentar crescimento excessivo e, considerando a localização dele dentro do útero, pode causar hemorragias com coágulos, cólicas intensas, aumento do útero, dor na relação sexual e infertilidade.

Miomas uterinos pequenos podem ser assintomáticos, ou seja, não apresentarem incômodos físicos. No entanto, com o desenvolvimento a paciente pode começar a ter sintoma como:

  • Sangramento intenso durante a menstruação;
  • Cólicas;
  • Urgência de urinar;
  • Dor abaixo do umbigo ou sensação de pressão na região;
  • Dor durante a relação sexual.
  • dor nas costas e nas pernas

Aqui, vale ressaltar que cada tipo apresenta sintomas específicos. Logo, ao perceber qualquer um deles, a procura por um médico se faz necessária para o devido diagnóstico e tratamento.

 

 

De todas as doenças ginecológicas citadas, essa é a mais rara (mas não menos preocupante), atingindo 3% das mulheres, sendo a maioria jovem e sexualmente ativa. O distúrbio é causado por alguns tipos de bactérias ou uma infecção por múltiplas bactérias.

A DIP como é chamada, pode ser classificada de acordo com a sua gravidade como sendo:

  • Inflamação do endométrio e das trompas, mas sem infecção do peritôneo;
  • Inflamação das trompas com infecção do peritôneo;
  • Inflamação das trompas com oclusão tubária ou comprometimento tubo-ovariano, e abscesso íntegro;
  • Abscesso tubo-ovariano roto, ou secreção purulenta na cavidade. 
  • Os seus sintomas são;

    • Febre;
    • Dor intensa no baixo ventre;
    • Corrimento com odor fétido.

    No tratamento, há a necessidade do uso de antibióticos. Em alguns casos, a paciente deve ser internada no hospital para receber o medicamento na veia e até mesmo pode ser necessária cirurgia para retirada de abscessos. E, caso ocorra o ato sexual sem preservativo novamente, a doença ginecológica pode reaparecer. A infertilidade e a gravidez ectópica, em que o feto cresce fora do útero, são as possíveis complicações em algumas mulheres que apresentam a Doença Inflamatória Pélvica crônica.

     

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